♫ ♫ AMIKO (versão) ♫ ♫ ............................. ♫ ♫ AMIGO ♫ ♫
Kie mi estos, mi iros kun vi ♫ ......... Onde estiver, sei que vou caminhar
Mia frato kaj bonkora amiko ♫ ....... Com você, meu irmão, meu amigo
En la arbaroj, sur montoj ♫ ............ Seja na terra ou nas águas do mar
Ĉe maroj en via vivado estas mi amiko ♫ .. Na pureza do ar, com você, [amigo
Kie mi estos, mi iros kun vi ♫ .......... Onde estiver, sei que vou caminhar
Mia frato kaj bonbora amiko ♫ ........ Com você, meu irmão, meu amigo
En la mallumo, la lumo revenos, ♫ .. Na escuridão, sei que a luz vai voltar
La suno brilegos en vi amiko ♫ ....... Sei que o sol vai brilhar em você, [amigo
Frato mia, nenio malkunigos, ♫ .. Amor, amor...que nunca vai nos separar
Frato mia, nenio malkunigos nin. ♫ .. Amor, amor... que nunca vai nos [separar.
Teksto: José Carlos Guimarães
fonte:http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?tid=2542963594531735099&cmm=35531771&hl=en-GB
sábado, 9 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
ANIMISMO E MISTIFICAÇÃO
Achei bem legal esse video do Grin Xangô.
Falou de forma bem direta e clara.
Ele diz no blog http://www.grinxango.blogspot.com.br/ que "Neste vídeo eu falo um pouco o que venha ser o Animismo e a Mistificação e dou alguns exemplos. Aproveito o tema e faço alguns desabafos pessoais perante a coisas erradas que vejo nos terreiros"
Falou de forma bem direta e clara.
Ele diz no blog http://www.grinxango.blogspot.com.br/ que "Neste vídeo eu falo um pouco o que venha ser o Animismo e a Mistificação e dou alguns exemplos. Aproveito o tema e faço alguns desabafos pessoais perante a coisas erradas que vejo nos terreiros"
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Sala Repleta... Casa Deserta...
Um ótimo texto!
Para Refletir.
Joana Abranches
Uma das coisas que mais me incomoda no meio espírita, é de o trabalhador da casa espírita não se beneficiar dos benefícios e da assistência que a casa oferece as pessoas que vão à busca de auxilio.
Dá a impressão que depois que você começa a fazer parte dos trabalhos e de qualquer atividade, torna-se proibida fazer tratamento e receber ajuda, é como se o espírita se tornasse imune às dificuldades, pelo contrario tem problemas como qualquer outra pessoa.
E há quem diga que recebe trabalhando, olha a vivencia e a convivência com as realidades espirituais demonstram que não é assim. E tem que fazer tratamento sim! E parar com esta historia que se trata trabalhando.
Dar atenção ao trabalhador como se da a quem chega pela primeira vez.
Faz-se necessário desenvolver a fraternidade.
O que teria isso a ver com o cotidiano dos grupos espíritas na atualidade?... Muita coisa!...
Em Casas equivocadamente agigantadas, equipes trabalham por turno e mal se conhecem, pessoas viram números e o velho e essencial acolhimento que começaria “dentro de casa” acaba se perdendo em meio à distribuição de senhas para o passe e outras novidades em nome da organização.
A preocupação é atender e impressionar bem aos que chegam, aos que vem de fora. Enquanto isso, no interior dos grupos, quanta gente sofrendo de solidão acompanhada... Minguando afetivamente!
Importante avaliar como tem sido a nossa relação com os companheiros de dentro, no cotidiano institucional espírita.
Conseguimos perceber seu olhar mais triste nesse ou naquele dia?
Quando desaparecem por algum tempo, o nosso primeiro pensamento é de censura ou preocupação?
Passa pela nossa cabeça que possam estar atravessando uma fase difícil e, em caso afirmativo, nos mobilizamos para ampará-los?
Aos que retornam após um período de ausência, a manifestação tem sido de acolhimento e alegria ou de cobrança?
Ah, as tais cobranças... Das piadinhas sarcásticas e olhares enviesados ao dedo em riste, vale tudo para manter o “bom andamento das atividades, em nome de Jesus”... Porém, vale a pena pensar se tem sido oferecido afeto, compreensão e solidariedade na mesma medida em que se cobra.
Favorecidos por regras monásticas (regimento e normas) que inibem a espontaneidade e a afetividade entre os trabalhadores, os grupos acabam resvalando para o extremismo.
“O silencio é uma prece”... Antes, durante e depois das reuniões. Ignora-se que onde não há espaço para diálogo e autenticidade não pode haver uma relação saudável e verdadeira. Assim, vestindo a armadura do formalismo que afasta (em lugar da naturalidade que aproxima), temos nos tornado meros tarefeiros, cada vez mais robotizados e indiferentes.
Sem perceber, em vez de estar uns com os outros temos apenas passado uns pelos outros, como se as pessoas fizessem parte dos móveis e utensílios da Casa Espírita.
Muito comum entrar no grupo, assinar a lista de freqüência (uma espécie sutil de folha de ponto para espíritas) e ligar no automático. A preocupação em ser impecável sobrepõe-se então ao importar-se com. É que andamos muito ocupados em ser perfeitos. Mesmo que ser perfeito signifique apegar-se a detalhes ínfimos e apontar a imperfeição alheia para colocar em destaque a pretensa superioridade que ainda estamos longe de possuir...
Quanta ilusão!
Se o companheiro procura ajuda, lá vem o julgamento implacável implícito na “receitinha de bolo”: Prece, água fluidificada, redobrar a vigilância... Com direito, é claro, a sorrisinho paternalista e tapinha nas costas.
Dali cada qual pro seu lado e a cômoda sensação de dever cumprido, sem que tenhamos, entretanto, caminhado um milímetro sequer em direção às reais necessidades do outro. Sem contar que, convenhamos, numa quase ditadura da pseudo-santidade como critério de “promoção” a trabalhador espírita, raros são os que têm coragem de expor suas dificuldades, por mais que estejam passando o pão que o diabo amassou.
Afinal, reza a lenda que espírita não pode estar sujeito aos problemas existenciais inerentes aos “reles mortais”, como estresse, depressão, frustração amorosa ou coisa que o valha.
Daí o receio de se abrir, pois mostrar alguma fragilidade pode significar perda de credibilidade e exclusão dos trabalhos, pode render o estigma indigesto de obsediado.
Some-se a tudo isso o fato de que, embora espíritas, a maioria de nós tem vivido, na prática, como bons materialistas. Interagindo numa sociedade altamente competitiva, temos sido sutilmente seduzidos pelo supérfluo, em detrimento do essencial.
O objetivo primordial da vida passou a ser o sucesso profissional, social e financeiro, que inclui produzir, consumir e ostentar (desde títulos acadêmicos e profissionais a bens materiais). Mas ser “bem sucedido” dá muito trabalho. Os inúmeros cursos, viagens e horas extras à noite, fins de semana e feriados, somados à necessidade exacerbada de ter, tomam-nos muito tempo. Então os compromissos espirituais deixam de ser prioridade. Vão sendo adiados ou assumidos pela metade, encaixados nas sobras de tempo que restam de tudo o que é material e “urgente.”
Passa-se então a ir à Casa Espírita quando dá... Só pra bater o ponto... E de preferência “correndinho,” como quem dá um pulinho no supermercado mais próximo só pra suprir uma ou outra coisa que está em falta na despensa.
Nem bem acabou o “assim seja” e as pessoas já saem feito foguete para “levar ou buscar Fulaninho e Beltraninha não sei onde”... Ou para compromissos que poderiam tranquilamente ser agendados em outra data.
Ora, quanto mais superficial a convivência, mais frieza nas relações. Passamos então a nos esbarrar na Instituição, não como irmãos, mas como meros colegas de trabalho; a viver uma vida paralela fora do Grupo Espírita, com um circulo de relações à parte, onde dificilmente há lugar para os companheiros de ideal.
Em que vão escuro do preciosismo doutrinário e do igrejismo teremos perdido a sensibilidade, o prazer de estar juntos, os laços de amizade que extrapolavam os muros da Casa Espírita? Em que lugar do tempo foram parar as gostosas confraternizações extras, reuniões... Os agradáveis bate-papos após as atividades... A amizade parceira que se estendia para os programas de lazer em comum... O olhar atento que detectava quando esse ou aquele amigo não estava bem... O interesse verdadeiro pelo bem-estar uns dos outros?... Talvez seja mais fácil culpar a correria e o medo da violência dos dias atuais - alegando que é perigoso chegar tarde em casa ou pretextando falta de tempo – do que responder honestamente a essas perguntas, mas uma coisa é inegável.
Coragem é questão de fé, e tempo é questão de prioridade.
E são tantos os irmãos que reclamam atenção especial... Companheiros solitários para os quais os fins de semana são intermináveis e que, se acolhidos, com certeza se sentiriam muito melhor!...
Companheiros em processos reencarnatórios difíceis ou em períodos de crise existencial, para os quais faria toda a diferença uma conversa amorosa, a presença amiga naquele momento crucial ou a festinha surpresa de aniversário. Celebrar gente é trabalhar a autoestima individual e coletiva. Quando as pessoas se sentem valorizadas, quando são envolvidas em ambiente de carinho, alegria e leveza, todo o grupo se torna mais harmônico, feliz e produtivo.
“Espíritas, amai-vos e instruí-vos!” - Recomendou o Espírito de Verdade.
A construção da frase sinaliza, clara e pedagogicamente, para a ação prioritária.
Teoria já temos de sobra. Agora é aplicá-la no cotidiano das relações. É avaliar com honestidade até que ponto ser impecável, indispensável e PHD em Espiritismo, tem sido mais importante do que ser irmão.
“Reconhecereis os meus discípulos por muito se amarem” – afirmou Jesus.
Neste momento é imperioso resgatar a nossa identidade de seguidores sinceros do Mestre, buscando interagir com sinceridade e companheirismo. Como distribuir aos que chegam o afeto, o aconchego e a tolerância que sequer conseguimos construir entre nós, companheiros de caminhada e de ideal?
Repensemos. Continuar a brincar de ser fraternos, alimentando a distância entre o discurso e a prática da legítima fraternidade, é um enorme desserviço à nossa própria evolução e felicidade. O mundo espiritual tem nos alertado que das boas intenções de teóricos e indiferentes espíritos-espíritas o umbral já está cheio... E os hospitais das colônias espirituais também!.. Muito embora - pra sorte nossa - em casos de extrema pobreza e vulnerabilidade espiritual a Misericórdia Divina nunca negue licença pra mais um puxadinho.
Joana Abranches - Assistente Social, escritora e presidente da Sociedade Espírita Amor Fraterno - Vitória – ES
Robson Pinheiro - Corpo Fechado [Link atualizado nov. 2013]
Corpo Fechado
Sinopse
Vidas que se cruzam, perdidas em diferentes objetivos. O universo dos pretos-velhos, da sabedoria das ervas e das energias sutis da natureza. Mentes abertas, corpos fechados. Chagas abertas, Sagrado Coração, todo amor e bondade. O sangue do meu Senhor Jesus Cristo no corpo...
LINKs:
https://mega.co.nz/#!VMM2nB6b!aV8UEU2ni2_WZ8ZqKAMhgCyalLccxjNk7DvUSTy9-L4
https://rapidshare.com/files/214848513/Robson%20Pinheiro%20-%20Corpo%20Fechado.pdf

domingo, 7 de outubro de 2012
PRECE A SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Agasalha a minha alma
na concha de tuas mãos,
tal como se fosse um
pássaro perdido em busca de abrigo.
Acalenta meu coração junto às dobras do seu manto,
como a um cordeirinho
em busca de paz.
Fala-me com ternura, como fizeste aos peixes,
para encher de doçura
e saber o meu entendimento.
Apascenta as minhas imperfeições, como o fizeste com o lobo,
deixando-o
carinhosamente a seus pés.
Eleva os meus pensamentos nas asas dos pássaros que voam pelos céus.
Prostra o meu orgulho sobre a relva verde do chão.
Abre meu coração ao teu exemplo,
como se descerram as
corolas das flores para o orvalho da manhã.
Estende-me as tuas mãos
para que te siga sem
esmorecer pela estrada do amor, da paz e da humildade.
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